quinta-feira, 1 de maio de 2014

Meu Pai se foi deste mundo! Que Deus o encaminhe pra um bom lugar!


"A morte não é tudo.
Não é o final.

Eu apenas passei para a sala seguinte.
Nada aconteceu.

Tudo permanece exatamente como foi:
Eu sou eu, você é você, e a antiga vida 
que vivemos tão maravilhosamente
juntos permanece intocada, 
imutável.

O que quer que tenhamos sido um para o outro, ainda somos:
Chame-me pelo antigo apelido familiar.
Fale de mim da maneira que sempre fez.

Não mude o tom.
Não use nenhum ar solene ou de dor.

Ria como sempre fizemos das piadas que desfrutamos juntos.
Brinque, sorria, pense em mim...
reze por mim.

Deixe que o meu nome seja uma palavra
comum em casa, como sempre foi.
Faça com que seja falado sem esforço,
sem fantasmas ou sombras.


A vida continua a ter o significado que sempre teve.
Existe uma continuidade absoluta e inquebrável.

O que é esta morte senão um mísero acidente desprezível?
Porque ficarei esquecido se estiver fora do alcance da visão?
Estou simplesmente à sua espera, 
como num intervalo, bem próximo, 
alí... na "outra esquina".

Relaxe...
Está tudo bem!”



sexta-feira, 26 de julho de 2013

Links de sites que falam sobre Endometriose

Os primeiro são especificos sobre Endometriose e os outros tem informações sobre:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Endometriose
http://aendometrioseeeu.blogspot.com.br/      (esse é muito bom, particularmente recomendo)
http://www.portaldaendometriose.com.br/

http://www.endometriose.med.br/
http://www.endometriose.com.br/
http://www.endometriose.net.br/


http://drauziovarella.com.br/mulher-2/endometriose/





O QUE OS ESPECIALISTAS TEM A DIZER SOBRE ENDOMETRIOSE?

SEGUNDO DR. DRAUZIO VARELLA
Diagnóstico
Diante da suspeita de endometriose, o exame ginecológico clínico é o primeiro passo para o diagnóstico, que pode ser confirmado pelos seguintes exames laboratoriais e de imagem: visualização das lesões por laparoscopia, ultra-som endovaginal, ressonância magnética e um exame de sangue chamado marcador tumoral CA-125, que se altera nos casos mais avançados da doença. O diagnóstico de certeza, porém, depende da realização da biópsia.
Tratamento
A endometriose é uma doença crônica que regride espontaneamente com a menopausa, em razão da queda na produção dos hormônios femininos.
Mulheres mais jovens podem valer-se de medicamentos que suspendem a menstruação: a pílula anticoncepcional tomada sem intervalos e os análogos do GnRH. O inconveniente é que estes últimos podem provocar efeitos colaterais adversos.
Lesões maiores de endometriose, em geral, devem ser retiradas cirurgicamente. Quando a mulher já teve os filhos que desejava, a remoção dos ovários e do útero pode ser uma alternativa de tratamento.
Recomendações
* Não imagine que a cólica menstrual é um sintoma natural na vida da mulher. Procure o ginecologista e descreva o que sente para ele orientar o tratamento;
* Faça os exames necessários para o diagnóstico da endometriose, uma doença crônica que acomete mulheres na fase reprodutiva e interfere na qualidade de vida;
* Inicie o tratamento adequado ao seu caso tão logo tenha sido feito o diagnóstico da doença;

* Saiba que a endometriose está entre as causas possíveis da dificuldade para engravidar, mas a fertilidade pode ser restabelecida com tratamento adequado.
Dr. José Bento e Dr. Mauricio Abrão
Cerca de 7 a 10 milhões de mulheres sofrem de endometriose no Brasil, doença que é a principal causa de infertilidade no sexo feminino.
Segundo o ginecologista José Bento, entre as pacientes com dificuldade para engravidar, metade também tem esse problema, que causa acúmulo de sangue menstrual no abdômen.
A endometriose também provoca cólicas, dor no fundo da vagina e desconforto durante a relação sexual, como explicou o médico Maurício Abrão, presidente da Sociedade Brasileira de Endometriose. Pode haver, ainda, dificuldade para urinar e evacuar no período menstrual.
O tratamento da endometriose pode ser feito com medicamentos ou cirurgias, em casos mais graves. Contra a cólica menstrual, os médicos recomendaram compressa de água quente, atividade física moderada e remédios como contraceptivos orais ou progestágenos, desde que com prescrição.
Na operação da endometriose, é realizada uma cauterização dos focos, processo eficaz para o tratamento de infertilidade. E o risco de a doença virar câncer é mínimo: varia de 0,5% a 1% do total. No caso de miomas, os médicos explicaram que 60% das mulheres têm o problema e a maioria não precisa ser retirado cirurgicamente.

Fonte de pesquisa:  Site do Dr. Drauzio Varella http://drauziovarella.com.br/mulher-2/endometriose/

Voltando a falar sobre Infertilidade

Bom como estou voltando ao tratamento para engravidar resolvi voltar ao assunto infertilidade e vou começar a  detalhar os motivos de um casal ser considerado infértil um por um.
Vou começar pelo meu problema: Endometriose.
Pra mim foi um grande sofrimento antes mesmo de descobrir que eu tinha essa tal endometriose. Tinha muita cólica no período menstrual, nossa essa época do mês era um sofrimento terrível pra mim, tinha dias que nem conseguia sair da cama. E como minha mãe e algumas tias sempre tiveram o mesmo sintoma, ela achava normal e nunca me levou ao médico (ginecologista), pra investigar. Demorou mas descobri e operei, mas aí veio a triste informação o médico que me operou me informou que eu tinha ficado com sequelas nas trompas oque dificultaria quando eu quisesse engravidar. Enfim me casei e aí começou a peregrinação, para tentar enfim ser mãe. Olha é muito sofrido tudo isso, mais vale a pena. É puxado física e psicológimente, mas não é impossível. São muitos exames, procedimentos e medicações, mas só de pensar em ouvir o coraçãozinho em um exame ou ver a carinha do seu bebê na hora do parto. Só de pensar te fortifica. Um dia chego lá. Mas vamos ao que interessa oque é Endometriose??

Endometriose é uma doença que acomete as mulheres em idade reprodutiva e que consiste na presença de células endometriais em locais fora do útero. O endométrio é a camada interna do útero que é renovada mensalmente pela menstruação. É um transtorno ginecológico comum, atingindo entre 10% e 15% das mulheres em idade reprodutiva.




Os principais sintomas da endometriose são dor e infertilidade. As dores podem ocorrer antes ou durante o período menstrual. Ela surge de repente, trazendo transtorno físico, psíquico e social para a paciente. Aproximadamente 20% das mulheres tem apenas dor, 60% tem dor e 20% pode sentir dor tipo cólica menstrual intensa, dor abdominal durante a prática sexual.
Segundo uma análise da USP, os sintomas mais comuns são:
·                    Dores na região pélvica na cólica que ocorre durante o período menstrual (87% dos casos)
·                    Dor pélvica crônica (55% dos casos);
·                    Dores durante ou logo após ato sexual (55% dos casos;
·                    Infertilidade (entre 14% a 40% dos casos);
·                    Sintomas intestinais cíclicos, como diarréia, sangramentos e dor (cerca de 30% dos casos);
·                    Problemas urinários diversos, como urinar em excesso, sangramentos e dor (cerca de 31,5% dos casos).
Os locais comuns da endometriose são: ovários, peritônio pélvido, e a área entre o útero e o reto (septo retovaginal). Sendo menos comum no intestino, bexiga, diafragma, vagina e parede abdominal. 

O ginecologista pode suspeitar de uma endometriose na sua paciente que estiver com infertilidade sem explicação. O exame físico pode indicar a presença da doença. O médico pode fazer o toque vaginal em busca de espessamento e/ou dor em ligamentos útero-sacros e nódulo em fundo de saco de Douglas.
Em geral, a confirmação da doença pode ser feita através da videolaparoscopia ou utilizando substâncias como anticorpos antiendométrio, propeptídeo protocolágeno tipo III, proteína C reativa, anticorpos anticardiolipina, proteína sérica amilóide A, CA19-9, CA15-3, antígeno carcinoembrionário, alfa-feto-proteína e beta-2-microglobulina, entre outras.1 Os marcadores bioquímicos, biofísicos e moleculares não apresentam sensibilidade adequada para o diagnóstico da endometriose. Os exames complementares ajudam a identificar presença de lesões de endometriose ovariana ou profunda infiltrativa 3 Outros exames como a ultrassonografia e a ressonância magnética nuclear também podem ser utilizados.
Podem também ser utilizados vários exames imagiológicos tais como a ecografia, a TAC ou TC, RM entre outras.
O tratamento varia conforme a vontade de engravidar, a área afetada, a intensidade dos sintomas, tolerância a medicamentos e a idade da paciente.
Dentre os tratamentos possíveis mais conservadores, voltados para casos menos graves, está a administração por 6 a 12 meses de uma combinação de contraceptivos hormonais orais, somado a antiinflamatórios não hormonais de nova geração no período perimenstrual e determinados exercícios físicos .
Casos moderados e graves frequentemente necessitam de cirurgia para remover as células endométricas. Além dos tratamentos cirúrgicos podem ser associados o uso injeções de hormônios ou anti-hormônios, implantes subcutâneos de bastões de medicações ou DIU impregnados por substâncias inibidoras da menstruação.
Nos casos mais graves pode ser necessário a remoção de partes de órgãos como útero, ovários, tubas ou de porções do intestino. A excisão total de todas as lesões visíveis e palpáveis da doença traz melhora significativa da dor pélvica e da fertilidade.


quarta-feira, 6 de junho de 2012

Cansaço e sono na gravidez
Escrito para o BabyCenter Brasil







Ponto principal: o cansaço e o sono avassalador são muito comuns no começo da gravidez. Descanse e durma o máximo que puder.
Por que estou tão cansada, agora que fiquei grávida?
Você não está sozinha! A gravidez sobrecarrega todo o seu corpo, daí o cansaço. O sintoma de que as mulheres mais se lembram do começo da gravidez é a constante sensação de exaustão. Até quem costuma ficar acordada até tarde de repente se vê tendo de fazer força para manter os olhos abertos diante do programa preferido na TV, à noite, ou mesmo no cinema.
Ao longo de toda a gestação, mas principalmente no primeiro trimestre, seu corpo trabalha duro. Você está fabricando a importantíssima placenta, o sistema que sustentará o seu filho. Esse processo só será concluído no final do primeiro trimestre.

Seus níveis hormonais e seu metabolismo estão mudando rápido, e ao mesmo tempo as taxas de açúcar no sangue e a pressão tendem a cair. Tudo isso contribui para a sensação de cansaço.

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Quanto tempo o cansaço e o sono vão durar?
Cada pessoa é diferente, mas nas grávidas o cansaço costuma ser maior no primeiro trimestre e no começo do segundo trimestre. O bom é que lá pela metade do segundo trimestre você deve sentir uma injeção de energia, suficiente para durar até o terceiro trimestre. É o momento ideal para aproveitar a gravidez e tomar conta de todos os preparativos para a chegada do bebê. Depois do sétimo mês, seu nível de energia deve começar a cair novamente.
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O que posso fazer?
Ouça o que seu corpo está pedindo. Tente tirar sonecas sempre que puder, e faça de tudo para ir para a cama cedo. No trabalho, fechar os olhos por alguns minutos já faz diferença -- se você tiver a sorte de ter algum lugar onde possa descansar um pouco, aproveite. Algumas grávidas apelam até para um descanso rápido dentro do carro, se ele estiver num estacionamento seguro, ou para um descanso instantâneo de cinco minutos no banheiro mesmo.

Tente adaptar seu cotidiano. Veja se existe a possibilidade de mudar seu horário para escapar do trânsito mais pesado ou do calor. Se já tem filhos, aceite ajuda de outras pessoas para tomar conta deles, para que você possa descansar um pouco e dormir.

Tome cuidado com a alimentação. Você vai precisar de cerca de 300 calorias extras por dia -- e não estamos falando de chocolate. Uma dieta saudável, composta de legumes, verduras, frutas, grãos integrais, leite desnatado e carnes magras vai lhe dar a energia de que você tanto precisa; comidas gordurosas e doces demais, por outro lado, acabam sabotando sua disposição.

Aguente firme e tenha paciência. Logo você estará no segundo trimestre e voltará a ter energia. A maioria das mulheres acha o período entre o quarto e o sétimo mês o melhor de toda a gravidez, em que se sentem ótimas. Não se esqueça de que fabricar um bebê é um trabalho e tanto, portanto, se achar que precisa dormir, faça de tudo para arranjar tempo e fechar os olhos, nem que só por alguns minutos.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Ainda sobre infertilidade... O psicológico...

A Infertilidade conjugal. Uma nova realidade ( Sirley Bittú)

Vivemos numa sociedade em plena mutação de valores e de hábitos. Atualmente o casamento e a gestação de um filho passam a ser coisas que podem ser pensadas separadamente, denunciando uma nova ordem social e moral onde os valores são questionados o tempo todo e tornaram-se mais flexíveis. A mulher originalmente educada a casar e constituir família como prioridade, incluiu em sua vida outros objetivos, ampliando seus horizontes. O sucesso profissional e a independência financeira não são mais atributos, ou necessidades apenas masculinas. Somadas a essas mudanças sociais, a maturidade, um importante atributo da evolução emocional, estimula que os casamentos, ou as propostas de uniões estáveis, sejam cada vez mais planejados e, consequentemente, realizados mais tarde.
Pensar mais sobre os próprios interesses e objetivos tornou a gravidez um ato mais cuidadoso, assumindo claramente um caráter de escolha, agora não mais apenas para o homem, mas também para a mulher.


Como tudo que podemos escolher, a decisão de ter ou não um filho torna-se
um, entre tantos outros objetivos a serem alcançados, e sua prioridade depende das características pessoais de cada homem e cada mulher. A mulher, redimensionada em seu papel social, revê suas necessidades e possibilidades postergando esta escolha.
A questão subliminar é que fomos educados para sermos férteis. Nossa sociedade não está preparada para a possibilidade de infertilidade, simplesmente porque a idéia era improvável para uniões de jovens casais. Portanto, neste panorama, a infertilidade surge para muitos como uma surpresa, um pesadelo nunca antes imaginado.


Com o passar da idade biologicamente mais fértil, as possibilidades naturalmente diminuem e as chances caem a cada ano. Somam-se a essas dificuldades os problemas de infertilidade que podem variar muito entre homens e mulheres. Deparamo-nos com uma nova realidade e novas frustrações. Os tratamentos para infertilidade são muitos hoje em dia e se relacionam à medicação diária específica, controle rigoroso do ciclo menstrual e acompanhamento médico entre outros. Trata-se de um processo dispendioso, não só financeiramente falando, mas emocionalmente também.
O aspecto emocional se relaciona a altos e baixos protagonizados por uma gangorra de esperanças e frustrações. A espera, a dúvida e o medo que assolam durante a incerteza do resultado e as fantasias que aparecem, tornam o processo mais penoso. Um furacão de questionamentos surge em meio à angústia de uma nova decepção. Muitas vezes a relação conjugal se abala, causando brigas e separações. Existem casais que não conseguem superar todo tipo de acusações mútuas que surgem, principalmente quando são veladas.

Então, como lidar com tudo isso?

Acima de tudo é essencial que exista um desejo muito forte de ambas as partes em gerar um filho, e que seja uma escolha clara e consciente. É importante se informar sobre o processo e sobre as próprias possibilidades e chances de sucesso.

É fundamental que o casal esteja assessorado por um Esterileuta - nome dado ao médico especialista no tratamento de infertilidade - e por um psicólogo especialista no tratamento de pessoas com esse problema.


O suporte emocional neste momento não é algo descartável ou menos importante, como alguns podem pensar, pois quando falamos de fertilidade estamos nos referindo à visão de si mesmo que construímos durante toda uma vida e que de repente simplesmente cai por terra, trazendo um forte sentimento de impotência e insegurança.


Da mesma forma a visão do outro, daquele que você ama, também se modifica, porque muitas vezes o problema é desconhecido até então.

É importante que o casal esteja muito consciente e decidido sobre a importância e a delicadeza desse processo para que possa superar junto as dificuldades.


A ciência conhece ainda muito pouco, mas já o bastante para trazer essa alegria, esse milagre da vida até aqueles que já se encontravam sem esperança.


Sirley Bittú é Psicóloga Especialista Clínica pelo Conselho Federal de Psicologia
Psicodramatista Didata Supervisora
Terapeuta em EMDR pelo EMDR Institute/EUA
Consultório (11) 5083-9533 - Visite seu Site
Email: sirley.regina@terra.com.br

sábado, 7 de janeiro de 2012

Algumas Informações Importantes!!

Exercício físico durante a gravidez não previne diabetes gestacional, em trabalho publicado pelo periódico Obstetrics & Gynecology


O estudo publicado pelo periódico Obstetrics & Gynecology teve o objetivo de avaliar se o exercício durante a gravidez pode prevenir o diabetes gestacional e melhorar a resistência à insulina.

Um total de 855 mulheres entre a 18a. e 22a. semanas de gestação foram aleatoriamente designadas a fazer 12 semanas de exercício padrão (grupo de intervenção) ou cuidados pré-natais padrão (grupo controle). O programa de exercícios seguiu as recomendações de intensidade moderada, sendo realizado por três ou mais dias da semana. Os desfechos primários avaliados foram o diabetes gestacional e a resistência à insulina.

Como resultado, foi verificado que entre a 32a. e 36a. semanas de gestação não houve diferenças entre os grupos na prevalência de diabetes gestacional: 25 de 375 (7%) no grupo de intervenção em comparação com 18 de 327 (6%) no grupo controle. Também não houve diferenças na resistência à insulina entre os grupos.

Não houve evidência de que a realização de 12 semanas de exercício padrão durante a segunda metade da gravidez previna o diabetes gestacional ou melhore a resistência à insulina em mulheres grávidas saudáveis, com índice de massa corporal normal.

Fonte: Obstetrics & Gynecology - Volume 1, de janeiro de 2012

NEWS.MED.BR, 2011. Exercício físico durante a gravidez não previne diabetes gestacional, em trabalho publicado pelo periódico Obstetrics & Gynecology. Disponível em: . Acesso em: 7 jan. 2012.